O Brasil do PT é assim
Por Humberto de Luna Freire Filho
Um país onde um presidente analfabeto recebe titulo de Doutor Honoris Causa de várias universidades.
Um país onde um presidente analfabeto promove reforma ortográfica na língua portuguesa.
Um país onde um presidente eternamente bêbado decreta lei seca.
Um país onde um presidente tentou desarmar a população de bem, quando simultaneamente comandava um bando de ladrões.
Um país onde uma quadrilha já condenada a prisão subjulga a Suprema Corte.
Um país onde a desmoralização da Justiça no mínimo traz insegurança jurídica com a contradição entre duas cortes federais relacionada a embargos infringentes.
Um país que possui a única petroleira do mundo que quanto mais vende mais prejuízo tem, fruto de dez anos sob a administração de incompetentes e corruptos.
Um país onde um banco de fomento, BNDES, financia a inciativa privada, a juros subsidiados, dirigida por bandidos da pior espécie, porém amigos do rei.
Um país onde roubo do erário se chama "mal feito", talvez em homenagem a George Orwell, e uma contribuição ao seu projeto da novilíngua.
Um país onde ministro demitido por roubo escolhe seu substitutos e continua, lá dos porões, comandando a roubalheira: leia-se Ministério dos Transportes.
Um país onde magistrados, quando são flagrados roubando, recebem como punição uma aposentadoria compulsória com salários integrais.
Um país que tem presidente de fato e presidente de direito interligados por um mordomo, travestido de ministro, que circula na cozinha do Palácio do Planalto
Um país onde direitos humanos são prerrogativas de bandidos, o que institucionaliza a inversão de valores.
Um país onde a cúpula dirigente beija as botas de ditadores e ainda lhes perdoa altas dívidas, em detrimento dos brasileiros que morrem de fome e sede no Nordeste.
Um país onde o que seria oposição se vende por valor acima do que vale.
Um país onde um "corajoso" ministro da defesa fica de quatro para um exportador de cocaína, que vasculhou sua aeronave em viagem oficial.
Um país onde, para ser ministro a condição sine qua non é ter a ficha suja, sinônimo de experiência para não serem flagrados nos atos do mau ofício.
Um país em cujo congresso 60% dos nobres responderam ou respondem a processo administrativo ou na justiça.
Um país que tem como presidente de uma das Casas um corrupto que já renunciou ao mandato para não ser cassado.
Um país que a cada dia cria um novo ministério para abrigar o chorume que escorre do poder Legislativo e promete de pés juntos ser fiel à vontade do Executivo.
Um país cujo Congresso mantém um gabinete em penitenciária para um nobre presidiário.
Um país cuja atual presidente propõe, em fórum internacional, um código de ética para espionagem, levando o povo brasileiro ao ridículo diante do mundo.
Um país cuja força aérea teve suas bases transformadas em praça de taxi para atender políticos e ministros corruptos.
Um país que, através de falsos programas de inclusão social, há dez, anos compra votos no pobre substrato eleitoral, mantendo os atuais corruptos dirigentes no poder.
Um país onde a maior parte da imprensa foi comprada pela publicidade oficial superfaturada.
Um país onde se pinta o asfalto para resolver os problemas do trânsito, como está ocorrendo na nossa maior cidade, hoje comandada pelo poste que destruiu o MEC.
Um país onde as minorias já ditam regras para a maioria, estimuladas por um governo corrupto que desagrega a sociedade para melhor dominar.
Um país onde falta gente de coragem e sobram covardes, além dos imorais subservientes.
Um país que hipocritamente canta direitos humanos e contrata escravos cubanos para trabalhar sem salários onde nem condições de trabalho existem.
Um país governado por um bando de incompetentes que quando faltar comida vai contratar cozinheiros.
Um país onde eu não gostaria de ter nascido, porque não sou analfabeto, não sou corrupto nem covarde.
Humberto de Luna Freire Filho é Médico.
http://www.alertatotal.net/2013/09/o-brasil-do-pt-e-assim.html
--“Fracassei em tudo o que tentei na vida. Tentei alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui. Tentei salvar os índios, não consegui. Tentei fazer uma universidade séria e fracassei. Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são minhas vitórias. Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu" ........... Darcy Ribeiro
sábado, 28 de setembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
INFRINGENTES...rsrs
Piada Muito séria
Circula feito doida na internet essa seríssima piadinha maldosa para explicar o conceito jurídico de embargos infringentes, adotado pela maioria do Supremo Tribunal Federal, para garantir os pelos direitos de defesa dos réus do mensalão que ainda não tiveram sua sentença de condenação transitada em julgado – o que deve acontecer no próximo dia 31 de fevereiro:
Um menino pergunta para seu sábio pai qual a definição de embargos infringentes.
O Pai, um jurista amador juramentado, manda ver em seu ruibarbosismo criativo:
- Iimagina que aqui em casa seja um Tribunal, onde, quando alguém erra, é julgado e todos podem votar! Então, um dia, hipoteticamente, o seu pai comete um pequeno deslize. É pego traindo sua mãe com três prostitutas! Então ele vai a julgamento. Sua mãe, a mãe dela, o pai dela, sua irmã mais velha, você e seu irmão mais velho, votam pela minha condenação! Mas meu pai, minha mãe, o Totó e a Mimi, nossa gatinha, votam pela minha absolvição!
- Tá pai, mas aí você é condenado, não?
- Aí é que entra o tal de "Embargos Infringentes" meu filho. Como eu ganhei quatro votos a favor da minha absolvição, tenho direito a um novo julgamento.
- Mas pai, no novo julgamento todos vão votar do mesmo jeito, e o senhor vai ser novamente condenado!
- Não se eu trocar a sua mãe, o pai dela e a mãe dela pelas três prostitutas!
Imoral da Estória: Quando crescer, o garoto já avisou que não sonha ser mais advogado e ministro da corte suprema, mas sim investidor em Prostíbulos de alto luxo e, depois, político profissional...
Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Setembro de 2013.
Circula feito doida na internet essa seríssima piadinha maldosa para explicar o conceito jurídico de embargos infringentes, adotado pela maioria do Supremo Tribunal Federal, para garantir os pelos direitos de defesa dos réus do mensalão que ainda não tiveram sua sentença de condenação transitada em julgado – o que deve acontecer no próximo dia 31 de fevereiro:
Um menino pergunta para seu sábio pai qual a definição de embargos infringentes.
O Pai, um jurista amador juramentado, manda ver em seu ruibarbosismo criativo:
- Iimagina que aqui em casa seja um Tribunal, onde, quando alguém erra, é julgado e todos podem votar! Então, um dia, hipoteticamente, o seu pai comete um pequeno deslize. É pego traindo sua mãe com três prostitutas! Então ele vai a julgamento. Sua mãe, a mãe dela, o pai dela, sua irmã mais velha, você e seu irmão mais velho, votam pela minha condenação! Mas meu pai, minha mãe, o Totó e a Mimi, nossa gatinha, votam pela minha absolvição!
- Tá pai, mas aí você é condenado, não?
- Aí é que entra o tal de "Embargos Infringentes" meu filho. Como eu ganhei quatro votos a favor da minha absolvição, tenho direito a um novo julgamento.
- Mas pai, no novo julgamento todos vão votar do mesmo jeito, e o senhor vai ser novamente condenado!
- Não se eu trocar a sua mãe, o pai dela e a mãe dela pelas três prostitutas!
Imoral da Estória: Quando crescer, o garoto já avisou que não sonha ser mais advogado e ministro da corte suprema, mas sim investidor em Prostíbulos de alto luxo e, depois, político profissional...
Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 21 de Setembro de 2013.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Singela homenagem...ao filho da vizinha...
Queria projetar coisas para o Levandovisque usar
Por Lewton Burity Verri
Também fiquei puto com o LEVANDOVISQUE:
- eu queria projetar coisas para ele usar
Então, mandei esta cartinha para o STF. Não sei onde enfiaram!
Sou engenheiro com 38 anos de experiência integral, e só em engenharia industrial tenho 48.000 horas aplicadas no desenvolvimento de materiais e produtos de utilidade social. E fui por longos anos um engenheiro útil para o país, e para as pessoas usuárias dos bens que ajudei a produzir. Porém, algumas profissões não possuem a exatidão e a precisão matemática onde funciona a engenharia. E creio que o Direito, nas ciências jurídicas, não é uma profissão de exatas. Pode ser de mais ou menos exata? Ou pode ser de exata nenhuma?
Confesso que aqui no Brasil o exercício da profissão de advogado tem nos contrariado muito, pela total ausência de responsabilidade técnica. E digo mais, com total falta de dignidade, como um médico deveria ter, um contador idem e engenheiros, também.
Se nós errarmos vem um rábula de meio-código e se arvora, com um pelotão de peritos de meio falciforme cabedal, a escrutinar nosso erro, julgar-nos e punir-nos com exemplar rigor. E caçando nossa carteirinha do CREA.
O julgamento do mensalão nos trouxe, mais ainda, amargura, quando um advogado com nome de Levandovisque "propositadamente" bifurca a aplicação de veredicto, inocentando por correlação interpessoal e social, com base em mesmas bases de evidências, quando os réus foram condenados por outro juiz.
E Levandovisque "afirmou que um juiz não pode ceder a pressões, que julga de acordo com a sua consciência" e etc. Foi um impacto desconstrutivo para o STF, pois para engenheiros a assertividade de uma avaliação (ou julgamento técnico) vem da lógica das evidências e não do arbítrio de uma consciência afetada por corrupção moral, técnica e profissional de um juiz, que não estabelece vínculos de causa e efeito.
Achamos Levandovisque um criminoso...
Se eu fosse um terrorista ele estaria na minha lista junto com Sarney e outros filhos da puta, que eu ajudo a pagar um vultoso salário e mais mordomias desequilibradas, num país muito POBRE.
E isto porque o Direito não é uma ciência exata? Se A igual a B e B igual a C, logo A é igual a C, na engenharia. Para Levandovisque A, B e C são três meliantes diferentes, logo nos paradigmas filosóficos dele: se A igual a B e B igual a C, logo A e C são “personas” diferentes, onde um pode ser amigo e outro inimigo, mesmo com igual conjunto de evidências. Levandovisque é um deformador da realidade.
Eu retiro mentalmente dele a parte dos impostos que pago ao estado, para pagar salários a malandro debaixo de capas de vampiros - a toga.
O publicado no Blog "O Cão que Fuma", artigo de Reinaldo Azevedo, "Mais compostura, ministro! Ó ministro Ricardo Lewandowski, tenha compostura!" causa mais espantos: - "Cada juiz tem uma visão muito particular do conjunto de provas que existe no processo. Então, esse contraponto entre relator e revisor ajudará os demais ministros a decidirem o que se contém nos autos”.
Então, chegamos ao absurdo do permitido para um mau elemento na mais alta corte do país. Ele vem das precárias indicações do Petismo.
O que Lavandovisque fala nos faz entender que não há evidência objetiva sobre as provas que estão nos autos, e por isso agora o julgamento vai virar carnaval na zona? Um ministro vai para a esquerda e outro vai para a direita?
Quer dizer que diante de um desastre moral, que deveria ser utilizado para impor corretivos, e criar medidas preventivas, contra a impunidade, Levandovisque se arrisca a refutar as provas, a inocentar bandidos e macular o STF, mais uma vez, só para eliminar o "Efeito da Unanimidade Burra", mesmo que as provas digam ao contrário? O STF está repleto de burros?
O STF é um tribunal da esquerda brasileira, ou é um tribunal imparcial que zela pelo pendor da justiça? Somos nós quem pagamos - os contribuintes - o salário daquele rábula, e não Lula e nem a Dilma, já que o dinheiro vem da coleta do trabalho dos nossos esforços, capacidade e escolaridade. Estão selecionando gente errada, para cargos errados, com capacitação errada, nos tempos e locais errados, pagando bons salários para que espalhem disfunções, para desvios de finalidades e objetivos torpes?
Ainda no artigo supracitado - depois de ter ameaçado renunciar à revisão e faltar à sessão de segunda se não lhe fosse assegurada a tréplica (contra o Regimento, diga-se), posa de conciliador: - “Nós que vivemos em um ambiente colegiado, nós estamos acostumados a divergir, a ver nossas posições vencedoras ou perdedoras. Isso faz parte. Nós não levamos nada pessoalmente, defendemos teses. Não é a nossa pessoa que está em jogo, o que está em jogo é o destino dos réus”.
Levandovisque se mostra um covarde debatedor, um juiz em "exercício ilegal da profissão", ameaçando renúncia para postergação do julgamento, como 'rainha' peça de xadrez, em busca de xeque-mate. E exige "violação" do regimento, pois se a réplica do relator for consistente, ou precária, ele irá concretizar sua convicção da insuficiência de provas, para não condenar os meliantes.
Não há tese a ser defendida em colegiado, pela parte dele. Doce ignorância, ele não tem ideia do que seja colegiado - vai parecer tribunal de exceção. Há a consolidação da impunidade e de crimes lesa-pátria, no meio de sua filosofia jurídica de 5ª categoria. Sobre o que ele diz ser comum, em termos de posições vencedoras ou perdedoras, pelo STF, as vencedoras sempre foram do Lulismo / Petismo e as perdedoras sempre foram do povo brasileiro.
Então, não é o Direito uma ciência exata, onde um círculo para Levandovisque pode ser um quadrado, ou dois mais dois podem ser cinco, o triângulo retângulo de Pitágoras, não era retângulo, mas sim um círculo. E se A igual a B e B igual a C, logo A é diferente de C. O Direito não é uma ciência exata, e este último simplório postulado é da lógica comparativa - Levandovisque não sabe disto?
Muita distorção e falta de capacidade de ligação entre causa e efeito, análise relacional de motivações e de ponderação de ações humanas dentro do que seja normalidade. Levandovisque não nos parece NORMAL - está afetado, por alguma causa de origem ...
Com tantos desgostos sobre as instituições brasileiras, eu queria projetar coisas para o Levandovisque usar sozinho ou com sua gente, em tudo o que uma ciência exata pode produzir para o bem alheio. Ele acaba de projetar algo nefasto para nós e nossas famílias e amigos.
Numa reciprocidade profissional eu gostaria de projetar para ele:
1. Um carro que incendeie quando sobe uma ladeira por superaquecimento, com ele dirigindo;
2. Um liquidificador que lhe triture os dedos quando fizer vitaminas;
3. Um computador que lhe eletrocute;
4. Um fogão que o envenene por fuga de gás;
5. Um enlatado com botulismo;
6. Um barbeador que lhe arranque a pele;
7. Uma camisinha que se rompe no esfregaço;
8. Um elevador que despenque só com ele;
9. Um remédio que o deixe com taquicardia;
10. Uma cerveja comprimida, que exploda sobre ele na mesa.
Numa comparação grotesca, como juiz de um judiciário criminal, que não apura 92% dos assassinatos no país, e nem corrige sua conduta predadora, fora raras exceções, com um engenheiro, com a mesma filosofia profissional de Levandovisque, todos nós poderemos entender o significado da aberração dele.
Engenheiros com o mesmo domínio de conhecimentos e habilidades, nas devidas proporções, fazem o que Levandovisque está fazendo com as pessoas brasileiras: eu, você, eles, as famílias, os parentes, os amigos e os outros compatriotas, em que as disfunções são diferentes.
Tais engenheiros criam coisas com disfunções pontuais e perceptíveis. Juízes como Levandovisque criam mortandades de longos dias, na casa de Satanás ... E ninguém nota e ninguém reclama, já que quase todos tiveram morte de alguma coisa: esperanças, sonhos, realizações, paz, saúde e prosperidade.
Lewton Burity Verri é Diretor Científico na IEAQ - Instituto de Estudos Avançados da Qualidade.
http://www.alertatotal.net/2013/08/queria-projetar-coisas-para-o.html
Por Lewton Burity Verri
Também fiquei puto com o LEVANDOVISQUE:
- eu queria projetar coisas para ele usar
Então, mandei esta cartinha para o STF. Não sei onde enfiaram!
Sou engenheiro com 38 anos de experiência integral, e só em engenharia industrial tenho 48.000 horas aplicadas no desenvolvimento de materiais e produtos de utilidade social. E fui por longos anos um engenheiro útil para o país, e para as pessoas usuárias dos bens que ajudei a produzir. Porém, algumas profissões não possuem a exatidão e a precisão matemática onde funciona a engenharia. E creio que o Direito, nas ciências jurídicas, não é uma profissão de exatas. Pode ser de mais ou menos exata? Ou pode ser de exata nenhuma?
Confesso que aqui no Brasil o exercício da profissão de advogado tem nos contrariado muito, pela total ausência de responsabilidade técnica. E digo mais, com total falta de dignidade, como um médico deveria ter, um contador idem e engenheiros, também.
Se nós errarmos vem um rábula de meio-código e se arvora, com um pelotão de peritos de meio falciforme cabedal, a escrutinar nosso erro, julgar-nos e punir-nos com exemplar rigor. E caçando nossa carteirinha do CREA.
O julgamento do mensalão nos trouxe, mais ainda, amargura, quando um advogado com nome de Levandovisque "propositadamente" bifurca a aplicação de veredicto, inocentando por correlação interpessoal e social, com base em mesmas bases de evidências, quando os réus foram condenados por outro juiz.
E Levandovisque "afirmou que um juiz não pode ceder a pressões, que julga de acordo com a sua consciência" e etc. Foi um impacto desconstrutivo para o STF, pois para engenheiros a assertividade de uma avaliação (ou julgamento técnico) vem da lógica das evidências e não do arbítrio de uma consciência afetada por corrupção moral, técnica e profissional de um juiz, que não estabelece vínculos de causa e efeito.
Achamos Levandovisque um criminoso...
Se eu fosse um terrorista ele estaria na minha lista junto com Sarney e outros filhos da puta, que eu ajudo a pagar um vultoso salário e mais mordomias desequilibradas, num país muito POBRE.
E isto porque o Direito não é uma ciência exata? Se A igual a B e B igual a C, logo A é igual a C, na engenharia. Para Levandovisque A, B e C são três meliantes diferentes, logo nos paradigmas filosóficos dele: se A igual a B e B igual a C, logo A e C são “personas” diferentes, onde um pode ser amigo e outro inimigo, mesmo com igual conjunto de evidências. Levandovisque é um deformador da realidade.
Eu retiro mentalmente dele a parte dos impostos que pago ao estado, para pagar salários a malandro debaixo de capas de vampiros - a toga.
O publicado no Blog "O Cão que Fuma", artigo de Reinaldo Azevedo, "Mais compostura, ministro! Ó ministro Ricardo Lewandowski, tenha compostura!" causa mais espantos: - "Cada juiz tem uma visão muito particular do conjunto de provas que existe no processo. Então, esse contraponto entre relator e revisor ajudará os demais ministros a decidirem o que se contém nos autos”.
Então, chegamos ao absurdo do permitido para um mau elemento na mais alta corte do país. Ele vem das precárias indicações do Petismo.
O que Lavandovisque fala nos faz entender que não há evidência objetiva sobre as provas que estão nos autos, e por isso agora o julgamento vai virar carnaval na zona? Um ministro vai para a esquerda e outro vai para a direita?
Quer dizer que diante de um desastre moral, que deveria ser utilizado para impor corretivos, e criar medidas preventivas, contra a impunidade, Levandovisque se arrisca a refutar as provas, a inocentar bandidos e macular o STF, mais uma vez, só para eliminar o "Efeito da Unanimidade Burra", mesmo que as provas digam ao contrário? O STF está repleto de burros?
O STF é um tribunal da esquerda brasileira, ou é um tribunal imparcial que zela pelo pendor da justiça? Somos nós quem pagamos - os contribuintes - o salário daquele rábula, e não Lula e nem a Dilma, já que o dinheiro vem da coleta do trabalho dos nossos esforços, capacidade e escolaridade. Estão selecionando gente errada, para cargos errados, com capacitação errada, nos tempos e locais errados, pagando bons salários para que espalhem disfunções, para desvios de finalidades e objetivos torpes?
Ainda no artigo supracitado - depois de ter ameaçado renunciar à revisão e faltar à sessão de segunda se não lhe fosse assegurada a tréplica (contra o Regimento, diga-se), posa de conciliador: - “Nós que vivemos em um ambiente colegiado, nós estamos acostumados a divergir, a ver nossas posições vencedoras ou perdedoras. Isso faz parte. Nós não levamos nada pessoalmente, defendemos teses. Não é a nossa pessoa que está em jogo, o que está em jogo é o destino dos réus”.
Levandovisque se mostra um covarde debatedor, um juiz em "exercício ilegal da profissão", ameaçando renúncia para postergação do julgamento, como 'rainha' peça de xadrez, em busca de xeque-mate. E exige "violação" do regimento, pois se a réplica do relator for consistente, ou precária, ele irá concretizar sua convicção da insuficiência de provas, para não condenar os meliantes.
Não há tese a ser defendida em colegiado, pela parte dele. Doce ignorância, ele não tem ideia do que seja colegiado - vai parecer tribunal de exceção. Há a consolidação da impunidade e de crimes lesa-pátria, no meio de sua filosofia jurídica de 5ª categoria. Sobre o que ele diz ser comum, em termos de posições vencedoras ou perdedoras, pelo STF, as vencedoras sempre foram do Lulismo / Petismo e as perdedoras sempre foram do povo brasileiro.
Então, não é o Direito uma ciência exata, onde um círculo para Levandovisque pode ser um quadrado, ou dois mais dois podem ser cinco, o triângulo retângulo de Pitágoras, não era retângulo, mas sim um círculo. E se A igual a B e B igual a C, logo A é diferente de C. O Direito não é uma ciência exata, e este último simplório postulado é da lógica comparativa - Levandovisque não sabe disto?
Muita distorção e falta de capacidade de ligação entre causa e efeito, análise relacional de motivações e de ponderação de ações humanas dentro do que seja normalidade. Levandovisque não nos parece NORMAL - está afetado, por alguma causa de origem ...
Com tantos desgostos sobre as instituições brasileiras, eu queria projetar coisas para o Levandovisque usar sozinho ou com sua gente, em tudo o que uma ciência exata pode produzir para o bem alheio. Ele acaba de projetar algo nefasto para nós e nossas famílias e amigos.
Numa reciprocidade profissional eu gostaria de projetar para ele:
1. Um carro que incendeie quando sobe uma ladeira por superaquecimento, com ele dirigindo;
2. Um liquidificador que lhe triture os dedos quando fizer vitaminas;
3. Um computador que lhe eletrocute;
4. Um fogão que o envenene por fuga de gás;
5. Um enlatado com botulismo;
6. Um barbeador que lhe arranque a pele;
7. Uma camisinha que se rompe no esfregaço;
8. Um elevador que despenque só com ele;
9. Um remédio que o deixe com taquicardia;
10. Uma cerveja comprimida, que exploda sobre ele na mesa.
Numa comparação grotesca, como juiz de um judiciário criminal, que não apura 92% dos assassinatos no país, e nem corrige sua conduta predadora, fora raras exceções, com um engenheiro, com a mesma filosofia profissional de Levandovisque, todos nós poderemos entender o significado da aberração dele.
Engenheiros com o mesmo domínio de conhecimentos e habilidades, nas devidas proporções, fazem o que Levandovisque está fazendo com as pessoas brasileiras: eu, você, eles, as famílias, os parentes, os amigos e os outros compatriotas, em que as disfunções são diferentes.
Tais engenheiros criam coisas com disfunções pontuais e perceptíveis. Juízes como Levandovisque criam mortandades de longos dias, na casa de Satanás ... E ninguém nota e ninguém reclama, já que quase todos tiveram morte de alguma coisa: esperanças, sonhos, realizações, paz, saúde e prosperidade.
Lewton Burity Verri é Diretor Científico na IEAQ - Instituto de Estudos Avançados da Qualidade.
http://www.alertatotal.net/2013/08/queria-projetar-coisas-para-o.html
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Um pouco de mitologia...
O MENDACIUM
Por Jacornélio M. Gonzaga
“Na mentira patológica, o ato de dizer mentiras é com freqüência um fim em si mesmo. Um mentiroso que mente deliberadamente sabe que mente, ao passo que um mentiroso patológico pode não saber."
Na mitologia grega, PROMETEU, filho do Titã Jápeto e de Clímene, era primo de ZEUS (Júpiter), o deus que mandava no Monte Olimpo, que embora fosse bem mais alto que o Morro do Alemão, sem teleférico e longe da Linha Amarela, era a morada dos doze deuses chefões daquela quadra do tempo.
À época, só existiam os deuses e seus familiares, portanto ninguém trabalhava. Depois da “intentona” dos Titãs, o socialismo bolivariano foi implantado e os moradores do Olimpo, que continuaram sem trabalhar, passaram sentir a falta de artigos de primeira necessidade. Historiadores citam que houve até a necessidade da importação de papel higiênico. ZEUS, muito preocupado com o andar da carruagem, e sentindo a necessidade de cobrar novos impostos, para sustentar as diversas bolsas do Olimpo, resolveu povoar o planeta Terra, dando a seu primo – PROMETEU - a missão de educar os mortais, que seriam a nova fonte de recursos.
Antes de roubar o fogo de ZEUS – no sentido literal da palavra – para dá-lo aos homens, PROMETEU, que era também um grande escultor, resolveu usar toda sua habilidade para esculpir uma nova forma que representasse uma reflexão filosófica de atitude, que ele achava essencial para regular o comportamento das pessoas: aVerdade. Como naquela época o português ainda era restrito aos garrafeiros e “burros sem rabo”, PROMETEU deu o nome de ALETHEIA (Veritas) à sua nova obra.
O preocupado escultor, sentindo-se cansado e sem descendentes com dons artísticos, havia feito uma seleção para uma vaga de “training” em sua oficina. O jovem DOLUS (Trapaça) fora o vencedor da acirrada concorrência, tendo demonstrado, de imediato, suas características de interesse e astúcia.
Trabalhando incessantemente em seu ateliê, o dedicado CEO (1) da humanidade dava os últimos retoques em ALETHEIA, quando foi convocado por ZEUS para comparecer, com urgência, ao Olimpo. Como hoje, já naquela época, atender ao chefe tinha caráter emergencial; e lá se foi o diligente escultor em direção ao Olimpo, sabendo que teria de encarar uma baita subida, passando por encardidos becos, sempre disputado por facções rivais.
DOLUS, sentindo no afastamento de PROMETEU a sua grande oportunidade para mostrar serviço ao mestre, aproveitou o tempo para moldar uma réplica de VÉRITAS, copiando todas as características com apurado esmero. A pequena estátua estava ficando idêntica, mas um imprevisto aconteceu: PROMETEU foi assaltado quando cortava caminho por uma das vielas da “comunidade” (2) da Rocinha e retornou ao ateliê para buscar mais dinheiro para dar aos ladrões, caso fosse abordado novamente.
Apavorado com o repentino retorno do mestre, DOLUS sentou-se sobre a réplica, o que ocasionou dano às partes inferiores da peça - os pés. Estudiosos de mitologia dizem que houve também o esmagamento do dedo mínimo da mão esquerda.
Desconfiado, o Antônio Francisco Lisboa (3) da época mandou que seu estagiário se levantasse, tendo ficado admirado com a perfeição da réplica elaborada pelo aprendiz. Mas, a fim de comprovar a semelhança, colocou as duas estatuetas no forno e, quando estavam completamente cozidas, infundiu-lhes a vida.
VERITAS deu seus primeiros passos com firmeza, ao contrário de sua estátua gêmea que, por ser uma falsidade, uma ilusão, um produto de subterfúgios, após cambaleantes passos, empacou, não mais conseguindo sair do lugar.
PROMETEU batizou a grotesca imitação com o nome de PSEUDOLOGOS, em homenagem aos espíritos especializados em farsas, mentiras e engodos; posteriormente, os romanos deram o nome de MENDACIUM (Falsidade) àquela divindade grega da dissimulação.
Passam-se os anos, os séculos, os milênios e chegamos aos dias atuais e lá encontramos o MENDACIUM de Garanhuns (Caetés), o deus, que mesmo nunca sabendo de nada, é o responsável pelo(a): pagamento da dívida externa; autossuficiência energética (incluindo o petróleo); inclusão de milhões e milhões de pessoas na classe média; total erradicação da pobreza; fim da inflação; saúde pública de primeiro mundo, que “dá vontade ‘dagente’ ficar doente”; segurança pública em nível suíço; educação modelo Coréia do Sul; e, blá. Blá, blá.....
O MENDACIUM de Garanhuns não é um mentiroso patológico, ele mente deliberadamente e sabe que mente. Suas mentiras têm o aval e a colaboração do séquito de daimones que compõe a corte petralha; e dos aproveitadores e vendilhões que manobram a política “Panis et Circensis”, em voga na Ilha de Vera Cruz.
O dito popular nos ensina que a MENTIRA tem pernas curtas e os gregos e romanos nos passaram que ela não tem pés, assim sendo, acredito que, de vez em quando, alguma coisa falsa pode começar com sucesso e nos enganar alguns anos, mas com o tempo, VÉRITAS (VERDADE) é a certeza da vitória.
(1) CEO é a sigla inglesa de Chief Executive Officer, que significa Diretor Executivo em português. CEO é a pessoa com maior autoridade na hierarquia operacional de uma organização. É o responsável pelas estratégias e pela visão da empresa.
(2) Nome politicamente correto dado às favelas na Grécia antiga.
(3) O Aleijadinho
Jacornélio é especialista em história grega. Concorreu a uma bolsa de estudos no Oráculo de Delfos, na Grécia. Por não ser filiado a ParTido foi preterido. Em função disso, fez seus estudos mitológicos em OLÍMPIA/SP.
Revisão: Paul Essence e Paul Word Spin (in memoriam).
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