domingo, 28 de agosto de 2016

Se todos são imorais, então ninguém é...



Tudo tem um propósito claro: se todos são imorais, então ninguém é – e se apenas os petistas são condenados, então isso só pode ser “golpe”. É muito bom que tudo isso esteja sendo registrado em filme – que servirá como precioso documento da incansável vocação dos petistas para fraudar a realidade...

sábado, 30 de julho de 2016

"É o jus esperniandi, é direito dele"



 "Não é fácil o que ele vai passar, não. Eu já passei por isso e sei bem. É ruim." Condenado a sete anos pelo envolvimento no caso do mensalão e preso por 14 meses, o ex-deputado Roberto Jefferson comentou dessa forma o fato de o ex-presidente Lula ter se tornado réu nesta sexta (30), acusado de tentar obstruir a Lava Jato.Jefferson acabou condenado e preso após denunciar o esquema de corrupção batizado de mensalão, em 2005, o que quase implodiu o governo do então presidente Lula. Reabilitado pelo STF em março, após um indulto de sua pena, Jefferson está de volta à política, presidindo o mesmo PTB.Na convenção do partido em São Paulo, ele foi apresentado como "o homem que mudou a história deste país".Sobre Lula, Jefferson afirmou neste sábado que o ex-presidente tenta "acusar todo mundo para se livrar". "É o jus esperniandi, é direito dele". Mas diz não se sentir vingado por isso. "Ele tem meu respeito como ser humano. Não é uma satisfação [vê-lo como réu], não desejo isso para ninguém.""Não quero julgar ninguém, desejo a ele força para que possa enfrentar isso de cabeça erguida", afirmou...

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Reprovado e agora JUBILADO!!!!

É prisão perpétua, reage defesa de Dirceu.
Criminalista Roberto Podval considera 'desproporcional' pena de 23 anos e 3 meses aplicada a ex-ministro da Casa Civil na Lava Jato.

O advogado Roberto Podval disse nesta quarta-feira, 18, que ‘é prisão perpétua’ a pena imposta pelo juiz federal Sérgio Moro ao ex-ministro-chefe da Casa Civil (Governo Lula) José Dirceu de 23 anos e 3 meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato.
“Tem caráter de prisão perpétua”, reagiu Podval.Para o criminalista, a pena, a mais alta da Lava Jato, foi aplicada ao ‘símbolo José Dirceu, ao que ele representa’.
Roberto Podval considerou ‘desproporcional’ a sanção decretada por Moro.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Vixi!!!...e a LIBERDADE???

 O Google enfrenta uma nova ameaça em sua batalha antitruste cada vez mais ampla contra a União Europeia, depois que a agência de fotografia norte-americana Getty Images se queixou de que o gigante das buscas estava solapando deslealmente os seus negócios.A Getty apresentou nesta quarta-feira (27) queixa formal em Bruxelas, argumentando que o Google estava tentando pegar carona no negócio do fotojornalismo sem gerar conteúdo.Mais especificamente, a Getty acusou o Google Images de colher suas fotos de uma maneira que afastava tráfego do site pago da agência.Margrethe Vestager, a comissão da competição da União Europeia, já divulgou dois conjuntos de acusações contra o Google —por abuso de seu domínio das buscas na Web a fim de promover os seus serviços de compras, e de abuso de domínio de seu sistema operacional Android a fim de amarrar usuários aos apps do Google.A queixa da Getty conduz a uma terceira área de insatisfação conhecida como "scraping" [literalmente, raspagem], que envolve o uso pelo Google de conteúdo gerado por terceiros para promover os seus serviços. Entre os críticos mais ferozes do Google estão os sites de viagens, que acusaram a empresa de recolher resenhas de restaurantes e hotéis e usá-las a fim de melhorar a qualidade dos serviços de viagem da empresa.A queixa significa que a Comissão Europeia terá de chegar a uma opinião sobre a possível violação das regras de concorrência europeias. O Google se recusou a comentar especificamente sobre o caso, mas em termos mais amplos nega ter violado quaisquer normas antitruste.A Comissão Europeia havia decidido anteriormente não levar adiante acusações de scraping contra o Google. Mas diversos advogados que se opõem à empresa disseram ter recebido sinais da comissão de que essa estava mais receptiva, agora, à luz de outras queixas e das rápidas mudanças no cenário digital.Em sua queixa, a Getty argumenta que o Google abusou de seu domínio sobre as buscas de imagens para mudar "drasticamente" a maneira pela qual apresentava as fotos da agência, depois de janeiro de 2013, mostrando-as em formato grande e de alta resolução. Antes disso, elas eram exibidas nos retornos de busca em formato miniaturizado e de baixa resolução.Yoko Miyashita, a diretora jurídica da Getty, argumentou que essa nova forma de exposição desviava clientes do site da agência, no qual os clientes teriam de pagar pelas imagens, e evitava que os usuários viessem a deixar as plataformas do Google.Ela disse que "isso promove a pirataria, resulta em violações generalizadas de direitos autorais e transforma usuários em piratas acidentais".A Getty disse ter mencionado essas preocupações ao Google três anos atrás, mas que a empresa respondeu que a agência poderia ou aceitar sua nova forma de exposição de imagens ou optar por ter suas imagens excluídas das buscas, o que na prática a tornaria invisível na Web.Miyashita disse que essa não era "uma escolha viável", dada a importância do Google para a navegação na Internet.A Getty acrescentou que o Google estava ameaçando o ganha-pão de seus 200 mil colaboradores, que dependem do modelo de negócios da agência para seu sustento."Ao bloquear um preço justo de mercado para essas imagens, o Google está ameaçando a inovação e a capacidade dos artistas de bancar a criação de importantes obras futuras", afirmou Miyashita.A Getty anunciou que seu tráfego na Web despencou logo que as mudanças foram implementadas pelo google.com e google.co.uk., em 2013. O tráfego continuou robusto nos sites alemão e francês do serviço de busca, porém, que não implementaram a mudança na forma de exibição em janeiro de 2013.Diversas organizações noticiosas estão preocupadas com o scraping de conteúdo pelo Google, e advogados sugerem que é mais fácil contornar as restrições de acesso a conteúdo pago quando artigos são vistos na plataforma do Google. Os editores se queixam de que o Google se tornou o principal portal de acesso ao seu conteúdo, em lugar dos sites de suas publicações. A News Corp, que publica o "Wall Street Journal", apresentou queixa a respeito na semana passada.