domingo, 10 de março de 2019

Deixar partir também é um gesto de amor...


 Quando vivemos um amor de verdade queremos que ele seja muito feliz, mesmo que não possa mais estar ao seu lado O amor nem sempre é simples, nos foi passado através das histórias infantis que o final sempre é feliz, o príncipe e a princesa sempre terminam juntos. Um encontro de almas onde tudo é mágico, leve e tranquilo. É assim que o amor devia ser sempre, como um modelo chave e fechadura, onde o encaixe fosse perfeito e não houvesse nenhuma interferência ou desarmonia.Durante a vida tem quem tenha vivido somente um amor, tem quem tenha conhecido vários, cada um construindo uma história que envolve sentimentos, entrega, cumplicidade e companheirismo. Seria perfeito se pudéssemos sair ilesos de todos eles, mas na nossa cultura, a forma como vemos e vivemos determina muito de nossas ações e expectativas em relação ao que esperamos de um relacionamento.Nesse caminho que vamos percorrendo podemos esbarrar no grande amor de nossa vida, aquele que te toca no fundo da alma, em que encontra segurança, leveza e uma profunda sensação de paz. Muitos são felizes e conseguem seguir em frente com as diferenças que vão surgindo, vão se fortalecendo e encontrando novas formas de seguirem juntos.Mas nem sempre os parceiros estão dispostos a olhar e rever comportamentos quando começam a surgir as diferenças. Um sempre acaba se impondo, mesmo na aparente liberdade, a sua forma de pensar. Faz valer os seus desejos na grande maioria das vezes, e o outro por amor acaba cedendo, muitas vezes sem a consciência de quanto se anular pode resultar em um final danoso para o relacionamento.Até que chega um momento em que algo desperta e nos damos conta de que, apesar de amar o outro, não estamos felizes. Tentamos negociar, mostramos outros caminhos, mas o desejo de mudar e fazer dar certo precisam estar presentes em ambos os parceiros, caso contrário, nada irá mudar.É nesse momento que percebemos que não podemos desejar pelo parceiro, que ou ficamos e aceitamos o que não nos faz feliz, ou saímos da relação. O amor é importante, mas ele sozinho não é base para um relacionamento dar certo, é preciso muito mais. Ambos devem estar comprometimentos em fazer algo para reparar as arestas que surgem. Cada um precisa olhar para si mesmo e para o outro e estar disposto a negociar, a experimentar fazer diferente.E quando não há mais possibilidade de caminhar juntos, deixar a si mesmo e o outro livre para construir outra história também é um ato de amor. E é nesse momento que decidimos ir em frente, olhando para os nossos desejos. Apesar de estarmos com a alma partida, sabemos que estamos seguindo o caminho mais assertivo, que ficar só iria destruir o que foi construído com muito amor.Muitas vezes encontramos outro parceiro nessa caminhada, outras vezes sabemos e sentimos que o grande amor de nossa vida já foi vivido. O sentimento permanece, sua essência está lá, pulsando dentro de seu coração. Nesse momento acolhemos o sentimento e a história dentro de nós mesmos, deixando que a vida nos ofereça outras formas de sermos felizes.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Palavras Magicas1

Nestes tempos de incredulidade sistêmica, saibam, amáveis leitores, que existem sim, palavras mágicas.
Nos anos 50 do século passado, um brilhante cronista escreveu: “A arte de conversar não está perdida; está atrás do aparelho de televisão”.
Com crianças de cerca de três anos, devemos estabelecer uma norma de conduta. Tratá-las com o mesmo protocolo principesco do tempo de nossos avós.
“Meu querido, por favor, lave suas mãozinhas antes de sentar-se à mesa para almoçar !”
Em seguida, devemos nós mesmos lavar nossas mãos. As palavras comovem, mas o exemplo arrasta !”
Servido o primeiro pedaço de bolo, devemos dizer à dona da casa, “Muito obrigado”. Por espírito de imitação, os pimpolhos farão o mesmo ao receberem suas porções. E ainda alguns duvidam de que descendemos dos macacos !
Ao tentarmos atravessar uma passagem obstruída por alguém, digamos: “com licença”.
Conforme os rebentos forem crescendo, ensinemo-lhes as mesmas coisas em outras línguas:
“S'il vous plait ...”; “Please...” ; “Prego...”; “Por favor...”
“Merci”; “Thank you”; Grazie”; “Gracias”.
Finalmente: “Permettez moi...”, “I beg your pardon”, “Scusate”, “Permiso”.
Carlos Maurício Mantiqueira

terça-feira, 22 de maio de 2018

Aos covardes...

Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.
Quanto mais dinheiro você ganha, mais complicada se torna a sua vida econômica e mais você precisa de ajuda profissional para administrá-la. Aí você começa a achar tudo isso a coisa mais importante do universo. Mas até um mendigo precisa de proteção contra o crime.
Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações:
1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.
Nenhum político, empresário ou figurão qualquer que empregue seguranças armados tem o direito de ser desarmamentista. Isso não deve ser nem matéria de discussão.
Façam uma lista de figurões desarmamentistas que têm seguranças armados, e os denunciem dia e noite, para que sejam vaiados onde quer que apareçam. Isso sim é importante.
Desarmamentismo é genocídio.
Conteste isto racionalmente, se puder: Não estou alinhado a direita nenhuma, mas não mudei em nada a minha convicção de que, num país saudável, devem existir uma esquerda e uma direita, ambas com o direito a uma quota igual de radicalismo. Se a esquerda tem o direito de fazer a apologia do Che Guevara, do Mao Dzedong e do Nicolas Pauduro, por que alguém deve ser proibido de dizer umas palavrinhas em favor do Coronel Ustra, que perto deles é um menino-passarinho? Direitista que quer ver a direita submetida às regras da guerra assimétrica é um comunista disfarçado ou, na mais branda das hipóteses, um idiota desprezível, um escravo mental da hegemonia esquerdista.
Quem denuncia “falsas direitas” se autonomeia fiscal da ortodoxia direitista. Vejo nisso dois problemas: (1) Essa ortodoxia não existe. (2) Esse é o último emprego que eu desejaria no mundo.
Quer o chamem de “bolsominion” por ser eleitor do Bolsonaro, ou de “falso direitista” por preferir outro candidato, a resposta oficial, nos dois casos, deve ser:
— É o cu da mãe.
O direitista incapaz de entender o que está realmente em jogo, pronto a submeter-se portanto às regras da guerra assimétrica, não é um “falso direitista”. É simplesmente um bobo.
Se alguém foi torturado numa repartição chefiada pelo Coronel Ustra, este é obviamente responsável, na justiça civil, pelo ressarcimento dos danos sofridos, mas isso não equivale nem de longe a uma condenação na Justiça Penal por CRIME DE TORTURA.
Chamá-lo de torturador é CRIME DE CALÚNIA — e ele foi muito bobo de não processar, um por um, os que cometeram esse crime, que a hegemonia esquerdista acabou legitimando como prática normal e até meritória. Todo direitista que caia nessa armadilha e saia repetindo que o Bolsonaro “elogiou um torturador” é um escravo mental da esquerda, um idiota útil em toda a linha.
Pior ainda: os que receberam a indenização eram membros do PC do B, o partido maoísta, apologistas portanto do MAIOR TORTURADOR E GENOCIDA DE TODOS OS TEMPOS.
Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de eleger um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.
O Laudo Paroni tem razão: Com tantos comunistas barbaramente torturados na ditadura, como é que não apareceu até agora um único olho furado, um único dedo cortado, uma unha faltante, uma sequela qualquer nem mesmo de ordem neurológica, uma porra de uma cicatrizinha de merda?
Possuir armas não é só uma questão de necessidade, mas de dignidade. Quem se recusa a ter armas transfere a outros o dever de matar e morrer para defendê-lo. Nem velhinhas frágeis têm o direito de pensar assim, quanto mais homens adultos e fortes.
A coisa que dá a idéia mais aproximada do que significa “imensurável” é o ódio que os covardes têm aos corajosos. A presença de um homem de coragem obriga os outros a agir como se fossem corajosos também. O covarde jamais perdoará esse crime.
Homem que é homem não fica suplicando por um macho fardado que o proteja. Quem confia a proteção da sua família integralmente ao Estado não merece ter família. Não sei qual dos dois é pior: o Estado que deixa o cidadão desprotegido ou o que o impede de proteger-se. Mas o Estado brasileiro faz as duas coisas..

Olavo de Carvalho é Jornalista e Filósofo.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Relogio do oNESTO...


                                              TIC TAC TIC TAC....


A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou às 18h08 de hoje (2 recurso contra a decisão do do Tribunal Federal da 4ª Região (TRF4), de Porto Alegre, que confirmou a condenação de Lula na ação penal envolvendo o tríplex no Guarujá (SP) e aumentou a pena do ex-presidente para 12 anos e um mês de prisão


rsrs

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Quem nao tem colirio...usa oculos escuro...

Segue em frente, jovem! Teu instinto está certo. Vê, porém, onde está a Democracia. Vai e vê com teus próprios olhos. Descobre onde o trabalhador é ou não oprimido. Verifica onde eles podem ou não debater com os patrões, onde os sindicatos protegem ou não seus interesses, onde o operário é ou não submisso, como um boi levado ao matadouro, e se o trabalhador pode ou não levantar altivamente a cabeça para reivindicar.
        
Porém, se a tua idéia é mais produção e menos dignidade humana, se estás pronto para te conformares, se te satisfazes em seguir para onde teus líderes te conduzem, se pretendes abdicar de teus direitos alienáveis de pensar e discordar, vai onde a agonia da privação pesa fortemente sobre homens e mulheres, que derramam lágrimas por seus filhos. Vai ver as aldeias Potenkim, onde a nomenklatura te iludirá com algumas realizações passageiras. Se és favorável a privilégios, vai onde a liberdade e o futuro são apenas para alguns, onde os trabalhadores não têm direitos e o povão não tem voz. 

Integra-te a uma Brigada de Serviços Voluntários e vai a Cuba estudar, colher cana e ser conscientizado na falida doutrina marxista-leninista!